Travessia Teresópolis – Petrópolis

Já faz 1 ano que este site está parado! Muita coisa aconteceu nesse intervalo, mas estou ressuscitando isso aqui principalmente pela última expedição realizada nos dias 7 e 8 de setembro de 2012: a travessia Teresópolis Petrópolis.

Na verdade esse passeio foi um improviso. Eu havia combinado com o Santini de irmos conhecer a região de Teresópolis, subir até a Pedra do Sino, dormir no abrigo e voltar no dia seguinte. Isso tudo com o objetivo de conhecer a região para no futuro realizar a travessia. Mas no final das contas a gente foi andando, andando e concluiu a travessia sem querer querendo – isso tudo com a participação do Daniel durante o primeiro dia.

Agora chega de relato do que aconteceu. Vou colocar algumas dicas úteis para quem deseja ir:

1) O percurso mede aproximadamente 30km, como pode ser visto no gráfico abaixo. O total de subidas acumuladas chega a 2500metros.

2)O padrão é realizar o percurso Petrópolis -Teresópolis em 3 dias. O grau de dificuldade nesse caso é “passeio ciclístico de supermercado” . Se você tiver um preparo físico de ruim para médio é possível fazer o percurso em 2 dias, dormindo apenas 1 noite em abrigo dentro do parque. É claro que nesse caso você não irá levar uma cargueira com muito peso. Aliás, nem precisa de cargueira. barraca. Leve só seu saco de dormir e alugue um beliche num abrigo.

3) Que percurso eu sugiro para quem quer realizar em 2 dias (um final de semana):

– 1º dia saída de Petrópolis e pouso no abrigo de Açu. Não dormi nos beliches desse abrigo, mas eles pareceram mais confortáveis do que os da Pedra do Sino onde eu dormi de fato. Esse percurso mede uns 8km com 1200mt de desnível. É uma subida puxada com pouca sombra. Leva umas 5 horas, e se desejar ir na cachoeira Véu da noiva acrescente mais 1 hora aí.

– 2º dia saída do abrigo de Açu às 6 da manhã, chegando na pedra do sino às 11hrs.  Esse é o trajeto com a vista mais bonita de montanha que eu já vi, e nesse prazo de 6 horas você poderá tirar infinitas fotos. Você almoça na Padra do Sino e no começo da tarde começa a descida, que é tranquila, não muito íngreme, e toda pela sombra. E lá em baixo em Teresópolis você pega o ônibus para o RJ em frente ao parque, bem tranquilo.

 

 

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Piedade + Vila Élvio

Em busca das famosidades que existem aqui perto de Sorocaba, fui atrás da Vila Élvio, um lugar que parou no tempo, igualzinho a Guaraqueçaba, no Paraná – mas aqui tem asfalto. Plotei o caminho em meu gps de papel e caneta e me meti na estrada. Queria chegar na Vila Élvio ainda de manhã para pode almoçar na Festa da Cerejeira que estava acontecendo em Piedade

A ida foi tranquila, bastante subida até Piedade e fui atento olhando o caminho pra não perder a entrada pra Vila Élvio, maaaas eu perdi a entrada da Vila Élvio. Pô, devo ter pedalado uns 10km até descobrir meu erro, daí voltei e cheguei a entrar na estrada secundária pra Vila mas desisti no meio do caminho. Não iria dar tempo de eu almoçar, tinha levado pouca comida e não queria chegar de noite em casa. Tirei uma foto do acesso que devo pegar – bem onde tem a placa de Bairro dos Pintos, depois de duas lombadas seguidas – e logo logo devo voltar pra lá.

Na volta passei então em Piedade pra comer aquele almoço na festa da Cerejeira, maaaasss a festa é festa de cidade pequena, bem pequena, então a festa também é pequena, bem pequena. Devia ter uma dúzia de barracas dentre comida, roupa, brinquedos e tudo que possa ser vendido numa festa. Pelo menos tinha Tempurá, ahhh que delícia, e foi isso que almocei.

O passeio fechou com quase 100km, numas 6hrs. Voltar é mais fácil do que ir. Vamos ao mapa e fotos.

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Represa de represa de Itupararanga + Igreja da Penha

Vou tirar este site do ostracismo. Não tenho feitos muitos passeios de bike, mas os poucos que tenho feito estava sonegando daqui. Então vou atualizar.

No sábado 13 de agosto fui conhecer a represa de Ituperaranga e no caminho dei uma quebrada pra Igreja da Penha. Fui um passeio espetacular. A ida foi super cansativa, pois não esperava todas aquelas subidas – segundo o google earth, a capela está a 970mt e eu saí de 550mt. Mas antes de ir pra capela fui lá pra represa descansar, tomar cerveja e comer torrone. Na volta pra casa fui pra igreja, que aliás, tem o caminho bem sinalizado – vou continuar adiando a minha compra de gps -, mas é meio longe da avenida principal – uns 12km.

Essa capela é do século XVII e bem pequenininha, do tamanho do meu quarto mais ou menos.  Estava com o portão de acesso fechado, mas o muro é baixinho, então pulei facilmente e lá dentro pedi perdão. De lá vim pra casa na metade do tempo que levei pra ir, e cheguei cansado, meio com a pressão baixa, tenho que começar a levar mais comida, principalmente sal – estava quente pra caramba, perdi bastante sal como pode ser visto na última foto. Hoje, domingo, experimentei/almocei um novo produto de atum, batata e cenoura e gostei. Vai ser meu parceiro de pedais de agora em diante –> Salada de atum Gomes da Costa.

A aventura de sábado fechou com 75km em 4 horas de pedal, mais quase duas horas descansando na represa e na capela. Ah, e acho que bati meu recorde de velocidade numa daquelas descidas: 85,6km/h. É mole!

Vamos pras fotos, mapa e vídeo.


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Passeio até Salto Pirapora

Fiz um passeio leve hoje só pra dar fome pro almoço.

Fui até Salto de Pirapora. Sai pelo centro de Sorocaba e peguei estrada de chão depois da Raposo e fui até a Universidade do Cavalo. Na volta vim até o viaduto da Armando Pannunzio, peguei a Raposo Tavares até o Campolim e vim pra casa pela Comitre. Fechou 50km em 2:30hrs.

ps: Na Universidade do Cavalo o trote é permitido.

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Pedal Pedreira em Salto de Pirapora

Domingo 29/05 fiz um passeio despretensioso pros lados de Pirapora. Fui conhecer uma pedreira abandonada. Não deve ser a única da região, mas é a mais famosa, tá até no Google.  Eis o mapa do percurso e uma foto do novo monumento de Votorantim. Monumento adivinhe a que? Ao cimento! Aquele poste – de cimento – está inclinado indicando o norte geográfico.

Na ida peguei a direita na rotatória e dei uma volta maior, foi bom para treinar. Em Salto me perdi, pois as ruas não possuem placa indicando o nome. Daí fui perguntar para todo mundo como chegar na Estrada do Matadouro – sim, Matadouro! – e me indicaram o caminho correto e após 46km e 2hrs pedalando cheguei ao meu destino: uma linda pedreira com um lago meio transparente cuja água devia estar gelada.

Pra voltar fiz o caminho mais curto e passei por uma das fábricas da Votorantim. A volta fechou com 40km. E pra terminar tem um vídeo em HD que fiz da pedreira. Abraços e até a próxima.

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GT de bico grande

Videozinho bem feito

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Morro do Canal

Sexta Feira de Páscoa 22ABR2011 fomos pro Morro do Canal. Era pra ir uma galera mas acabou indo eu, meu amorzão Raquel  e Marcão. Foi difícil tirar a Raquel da cama e ela saiu de casa um bico gigante. Tava dando medo. Mas foi só subir um pouco o morro e ver aquela vista maravilhosa que ela relaxou e daí ganhei um beijo de bom dia🙂

Subimos em um tempo razável, em pouco mais de 1 hora. Foi a segunda vez que a Raquel subiu – primeira vez fui eu, ela e minha sogra – , e a quarta vez do Marcão. E eu fui pela xisésima vez. De longe, é o passeio que mais gosto em Curitiba – indo de bike fica perfeito.

Tem uma cratera gigante logo no começo da estrada, mas já há placas indicando o desvio necessário a ser feito. Que aliás, é um desvio bem curto e bem sinalizado. Só na volta ficou meio complicado e acabei me perdendo. Foi quando decidi que tenho que comprar um GPS -estou a procura. Chegamos em casa lá pelas 14hrs e minha sogrona preparou almoço especial pra nós! Sou um cara de sorte.


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